Assim como "Imagine" interpretada por Jonhn Lennon e "What a Wonderful World" interpretada por Louis Armstrong, admiro a música "Heal the World" interpretada por Michael Jackson.
Cada uma dessas canções são icônicas e realmente parecem terem sido inspiradas por mensageiros divinos.
MJ foi um cara de vida difícil. Sofreu abuso moral pelo pai, era negro nos Estados Unidos, o que não é uma tarefa fácil, teve vitiligo e precisou descolorir a pele por razões estéticas, uma vez que alguém tão exposto na mídia precisa sempre apresentar uma imagem atrativa, se queimou no comercial da Pepsi e praticamente teve que reinplantar parte do couro cabeludo, entre outros revezes.
Para coroar tudo com chave de ouro, ainda foi acusado de pedofilia. Se era inocente ou culpado nem importou muito. O que ficou para o mundo foi sua imagem destruída e seu notório recolhimento e sua amargura.
MJ sofreu, mas ainda assim nos deixou o legado dessa música em especial que, para mim, constará na minha história de vida como um marco de conscientização da preservação, não só da natureza, mas do amor ao próximo.
Criança é a coisa mais preciosa que existe. Pena que permanecem pequeninos por tão pouco tempo. Mas a marca do ser humaninho na sua vida, a lembrança daqueles primeiros anos de todos os que vocês viram crescer, faz todo o resto valer a pena.
Sou fã do Michael, sou mesmo! De carteirinha. Queria que a morte esperasse mais um pouco para ceifá-lo. Queria ter visto o seu retorno, que ele revivesse em mim todo o meu amor de fã.
Deus o chamou, a nós resta a lembrança.