domingo, 10 de outubro de 2010

Rock Around The Clock


Bill Haley

One, two, three o'clock, four o'clock rock,

Five, six, seven o'clock, eight o'clock rock.

Nine, ten, eleven o'clock, twelve o'clock rock,

We're gonna rock around the clock tonight.

Put your glad rags on and join me hon',

We'll have some fun when the clock strikes one.

We're gonna rock around the clock tonight,

We're gonna rock, rock, rock, 'till broad daylight,

We're gonna rock we're gonna rock around the clock tonight.

When the clock strikes two, three and four,

If the band slows down we'll yell for more.

When the chimes ring five, six, and seven,

We'll be right in seventh heaven.

When it's eight, nine, ten, eleven too,

I'll be goin' strong and so will you.

When the clock strikes twelve we'll cool off then,

Start rockin' 'round the clock again.



What time is it?, by Víctor Gayol

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Errar uma vez é humano, errar sempre é bug!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Socorro, DVD com problemas!

Tenho uma gravadora de DVD TSST corp CD/DVDW TS-632D ATA Device (sei lá eu o nome genérico da coisinha irritante) que funcionava legal no Windows XP. Só que eu instalei o Vista primeiramente e depois o Windows 7. Ah, cara, prá quê... A bichinha pediu prá morrer. Pior de tudo é que há várias pessoas com o mesmo problema e ninguém parece achar uma solução adequada. Aí é que fui entender para que tanto blog. Os caras fazem posts com uma suposta solução, mas é tudo para atrair visitantes. De uma página pulamos para outra e outra, é revoltante! Para que se possa ter uma idéia, fiz uma busca no Google usando o nome da gravadora e o problema e acabei encontrando 2.770 resultados, quase todos de outros usuários procurando as mesmas respostas que eu.

Na minha visão particular, o Windows 7 ainda não achou solução para esse buraco no sistema. Enquanto isso os usuários se desesperam e enchem as assistências técnicas com gravadoras em perfeito estado. Claro que vão cobrar pelo serviço. A minha só não consegue gravar DVDs e nem reproduzir os mesmos quando são originais.

Bom, sigo na luta pelo firmeware, qualquer coisa volto a postar. Bobear até faço upload do programa só para sossegar alguns corações desesperados.

Enquanto isso, santificado seja quem inventou o pendrive e a USB :-P

Selma Regis

domingo, 25 de julho de 2010

E disse Deus a Noé: Faça um backup que eu vou formatar""..=D

(Rachei quando li isso, kkkkkkkkkkkk)

sábado, 24 de julho de 2010

Inglês nos primeiros anos do Ensino Fundamental

Este projeto visa introduzir o sistema de cursos de Língua Inglesa, no caráter de adesão, para todas as escolas no município de Macaé. Está em fase de implementação, mas achei produtivo postar aqui com o objetivo de angariar adeptos.


Todos nós sabemos da característica peculiar das nossas cidades no Estado do Rio de Janeiro. Aqui mantemos um positivo intercâmbio com outros países do exterior. O nosso estado precisa como nenhum outro desse aditivo na educação dos nossos pequenos habitantes. Seria de fundamental necessidade que, não só aqui, mas em todas as escolas do Brasil, o ensino de Inglês fosse ministrado de forma semelhante à dos cursos, num ambiente próprio e com material diferenciado. Esperamos com ansiedade a próxima Copa do Mundo e as Olimpíadas em nosso estado, quanto mais falantes fluentes em inglês tivermos, mais seria possível elevar a sua competitividade no mercado de trabalho e, quem sabe, no meio esportivo.

É definitivamente verdade que estudar Inglês em ambiente diferenciado e fora da jornada do ensino regular causa benefícios na aquisição de conhecimento por parte do aluno. Esse formato facilita o raciocínio cognitivo, uma vez que podemos simular uma situação hipotética no exterior. Esse “transporte ideológico” é benéfico e reforça a linguagem no interior de cada aluno. Embora não seja obstinada na técnica de só falar inglês na sala de aula, acho que simular que estamos num país de língua inglesa faz o aluno se divertir. Isso facilita muito o ensino, é lúdico. E os alunos mais jovens não têm a timidez do pré adolescente, eles brincam e não se sentem retraídos. Muito se perde ao introduzir o Inglês na educação das crianças somente no sexto ano do ensino fundamental. A criança que é estimulada a trabalhar dois idiomas concomitantes em sua mente, absorvendo suas características de forma natural, baseada em imagens e experiências, desenvolve habilidades até então desconhecidas para ela. Até mesmo os canais de seu idioma nativo se alargam através dessa prática, pois o exercício de se aprender outro idioma naturalmente causa uma reflexão e uma reconsideração sobre a nossa própria língua. Como se precisássemos “arrumar a casa para receber um visitante”, o aprendizado de um segundo idioma acaba sendo inegavelmente motivador no desenvolvimento de várias habilidades, o aluno entende melhor as novas tecnologias e se sente socialmente mais livre, já que a impossibilidade de comunicação causa barreiras que valem a pena serem eliminadas.

Quando os nossos filhos vão para a escola particular, escolhemos para eles as que ensinem Informática e Inglês por achar que, nos dias de hoje, é impossivel achar um lugar ao sol sem possuir essas habilidades, não é verdade? Então o mesmo deve valer para as escolas públicas!

Se tem uma coisa que os meus pais me ensinaram, e fizeram um bom trabalho, diga-se de passagem, é que com crianças não pode haver duas medidas. Elas vêm numa embalagem com a dose exata do "fator fofura", mas crescem. Cabe a nós garantir-lhes um futuro melhor.

Selma Regis

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Bullying

Sugeri à minha turma de 7º ano do Ensino Fundamental que fizessem um trabalho sobre Bullying por achar que a informação é a melhor forma de levantar uma bandeira. Obtive resultados interessantes, muitos até inesperados. O mais legal foi perceber que até aqueles considerados “bullies” não gostam muito de perturbar a ordem pública no colégio, o fazem por algum fator peculiar, como a desestruturação familiar ou outros tantos. Implicar, “zoar”, perseguir e outros termos foram utilizados como lugar comum para justificar a implicância e a revanche, mas também pude perceber que os menores se ressentem logo após esse revide.


Todos, praticamente, retiraram a pesquisa desta matéria da Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying - muitos não leram na íntegra, muitos colaram da cópia do outro, o que acabou por desqualificar os trabalhos gradativamente. A visão do que pode ocorrer num trabalho de classe é muito importante para os professores, talvez até indique saídas para o tema avaliação em todo o seu teor. Um trabalho de pesquisa pode ser muito funcional, mas há problemas em sua elaboração, e é sempre importante refletir sobre a prática para torná-la melhor.

De acordo com o que está exposto na Wikipedia, o termo não pode chegar a uma tradução exata. Não sei se concordo. Parece-me mais uma tentativa de usar a palavra internacional por modismo ou tentativa de globalização – usar a palavra “Implicância” ou a expressão “Subjugação por Valentia” serviriam da mesma forma. Estranho quando isso é posto por uma professora de inglês, mas é real.

Outros detalhes me chamaram a atenção:

Bullying – O aluno tem a tendência de escrever “Bullyng” ou “Bulling” por achar estranho que uma palavra precise de “i” após o “y”. A realidade consonantal do y no inglês confunde o aluno latino. Outro detalhe – quando citei o “ing” fora do Present Continuous, eles se perderam um pouco. Para eles a palavra pareceu “Implicando” e eu tive o trabalho extra de explicar que seria “Implicância”, pois a terminação “ing” também é usada para formar substantivos a partir de palavras de outra classe, como verbos e adjetivos.

One Bully, Two Bullies – Sempre a velha dificuldade de formar o plural em caso de y precedido de consoante. Se vamos usar esta palavra em detrimento da nossa, temos que prever certos deslizes. Então, correção nos “bullys” e “bullis” foi o que não faltou.

Bully = tiranete ou valentão – Hã?!!! Ave, Maria... Nem eu tinha visto essa palavra ainda! Coitadinhas das minhas crianças, “Dona Wikipedia”, levaram uns 15 minutos da aula consultando o “Seu Aurélio” e analisando junto com a “Miss Teacher” que também ficou prá lá de curiosa. Mas, achei uma boa solução, comparei com “pequeno tirano” e tudo acabou bem. Envolvendo a palavra tirano, percebi os alunos se encolherem, mas valeu.

... Seriam “Tiranetia” (uiiii) ou “Pequena Tirania” bons termos para o “Bullying”? Não... Acho que não. Se eu insistir nisso acabo virando a “tia tirana”. Bully Auntie, lol.

Selma Regis

sábado, 17 de julho de 2010

Bees – Abelhas

Sempre achei as abelhas seres muito interessantes. E assustadores também, é claro. As abelhas são bichinhos organizados, poderosos, trabalham sem descanso até a morte. Uma abelha morre quando te pica. Nisso, uma só certeza, aquela abelhinha solitária morreu, mas contribuiu com sua parte na defesa da colmeia.


Percebo uma coisa triste – as abelhas estão desaparecendo. Esse ser, que faz 40 voos diários, que visita 40 mil flores em média por dia, que poliniza sem se importar qual a flor, está morrendo dia a dia. Inseticidas, poluição, o grande caos urbano e até mesmo a radiação dos celulares estão retirando esse nosso convidado do café da manhã.

Algumas semanas atrás eu conheci um apicultor, o Sr. Leir. Um cara legal, um desses Don Quixote modernos, fazendo o que ninguém mais faz, levando uma vida rural normal e produzindo mel. Lembrei do fato que em outros países o uso do mel é super comum. Grandes produtores como China e Estados Unidos fazem do mel uma necessidade básica diária para a sua população. Aqui no Brasil não percebo o mesmo incentivo. E o mel é tão importante, gente.



Nos filmes americanos podemos perceber o grande apelo de mídia para o consumo de mel, sempre um urso em busca do tão desejado produto. Isso é incentivo, é mirar numa coisa para acertar em outra.

Acabei fotografando os favos de mel do Senhor Leir. Interessante aquela arquitetura das abelhas, diria até inacreditável. Insetos que constroem seus ninhos sextavados para aproveitamento de espaço e economia de cera é algo além da imaginação. Uma das doces surpresas da natureza.

Alunos comam mel! É doce, saudável e gostosão. Com certeza uma das maravilhas que Deus sabiamente colocou na natureza para nos deliciar. E... procurem não matar as abelhinhas, ok. Precisamos delas.
Teacher Selma Regis

Key WordsVocabulário
Bee – Abelha
Honey – Mel
Sweet – Doce
Nature – Natureza
Flower – Flor
Cera – Wax
God – Deus
Bear – Urso

domingo, 4 de julho de 2010

Curso de Idiomas em Macaé RJ

25 de maio

Novidades para meu povo

Jornalista: Andréa Lisboa

A Secretaria Municipal de Educação abre inscrições, a partir de 7 de junho, em mais quatro turmas de Inglês do Centro Municipal de Idiomas. São mais 80 vagas no curso gratuito com a qualidade endossada pelo Centro Interescolar de Línguas de Brasília, um dos mais respeitados do país. As inscrições vão até 22 de junho e poderão ser feitas na secretaria ou na Cidade Universitária.
O objetivo do programa é dar oportunidade aos jovens estudantes das redes públicas municipal e estadual de terem acesso ao ensino de línguas estrangeiras (inglês e espanhol). Desta forma, aumenta-se a chance de ingresso no mercado de trabalho da região e no ensino superior gratuito. Atualmente a prefeitura, com a faculdade municipal e em parceria com universidades públicas, oferece doze graduações gratuitas na Cidade Universitária.
“Temos a perspectiva de, oferecendo uma formação de qualidade em línguas, dar a chance de ingresso ao jovem oriundo de escolas públicas no ensino superior gratuito. Além disso, o conhecimento de uma língua estrangeira é essencial atualmente para o ingresso no mercado de trabalho de Macaé”, explicou a vice-prefeita e secretária de Educação Marilena Garcia.
Atualmente, 160 jovens estudam inglês ou espanhol no Centro Municipal de Idiomas (CMI), que funciona provisoriamente na Cidade Universitária, Granja dos Cavaleiros. Ainda neste mês, o Centro será transferido para a sua sede na rua Vereador Djalma Sales Pessanha, 591, no bairro Botafogo, um prédio próximo ao Senai. A meta da Educação é oferecer, até o final deste ano, 240 vagas.
No caso da demanda por turma exceder as 20 vagas disponíveis, haverá sorteio público antes da matrícula. São duas turmas com aulas nas segundas e quartas-feiras, das 14h às 16h, ou das 16h às 18h, e duas às terças e quintas-feiras, nos mesmos horários.
“A procura foi muito grande. Nossa ideia é irmos ampliando até atender toda a rede”, disse a diretora do Colégio Municipal de Idiomas, Larissa Rodrigues, que destacou o bom desempenho dos professores e dos alunos que já frequentam os cursos.
As inscrições devem ser feitas no Centrexs, localizado no 3° andar do prédio da Funemac/Cidade Universitária, rua Aluízio da Silva Gomes, n° 50 - Granja do Cavalheiro; de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h, ou na Secretaria de Educação, rua Antero Perlingeiro, 402, no Centro, das 9h às 12h e das 14h às 16h.
O material didático deverá ser adquirido pelo aluno. Para inglês: "Interchange Intro 3ª Ed. da Cambrige" (Workbook e Student´s book), em torno de R$ 150,00, e para espanhol: "Espanhol em Marcha 1 da SGEL" (Libro Del Alumno e Cuaderno de Ejercicios), aproximadamente R$ 80,00. Esses títulos são encontrados na Livraria Casa do Livro, rua Marechal Deodoro, 163, Centro de Macaé.
O CMI é estruturado pelo Marco Comum Europeu de Referência de Línguas, modelo internacional. A proposta é que o estudante conclua o curso dominando uma língua. Os quatro professores da rede municipal selecionados para atuarem no Centro Municipal de Idiomas foram treinados por docentes do Centro Interescolar de Línguas de Brasília, instituição que desde 1998 oferece ensino público de línguas de qualidade, tornando-se referência no país. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones 2796-2528 e 2796-2531.


Garotada de Macaé, o curso é grátis! GRÁTIS. Se liga :-D, chance assim não aparece todo dia.

Teacher Selma Regis