Este projeto visa introduzir o sistema de cursos de Língua Inglesa, no caráter de adesão, para todas as escolas no município de Macaé. Está em fase de implementação, mas achei produtivo postar aqui com o objetivo de angariar adeptos.
Todos nós sabemos da característica peculiar das nossas cidades no Estado do Rio de Janeiro. Aqui mantemos um positivo intercâmbio com outros países do exterior. O nosso estado precisa como nenhum outro desse aditivo na educação dos nossos pequenos habitantes. Seria de fundamental necessidade que, não só aqui, mas em todas as escolas do Brasil, o ensino de Inglês fosse ministrado de forma semelhante à dos cursos, num ambiente próprio e com material diferenciado. Esperamos com ansiedade a próxima Copa do Mundo e as Olimpíadas em nosso estado, quanto mais falantes fluentes em inglês tivermos, mais seria possível elevar a sua competitividade no mercado de trabalho e, quem sabe, no meio esportivo.
É definitivamente verdade que estudar Inglês em ambiente diferenciado e fora da jornada do ensino regular causa benefícios na aquisição de conhecimento por parte do aluno. Esse formato facilita o raciocínio cognitivo, uma vez que podemos simular uma situação hipotética no exterior. Esse “transporte ideológico” é benéfico e reforça a linguagem no interior de cada aluno. Embora não seja obstinada na técnica de só falar inglês na sala de aula, acho que simular que estamos num país de língua inglesa faz o aluno se divertir. Isso facilita muito o ensino, é lúdico. E os alunos mais jovens não têm a timidez do pré adolescente, eles brincam e não se sentem retraídos. Muito se perde ao introduzir o Inglês na educação das crianças somente no sexto ano do ensino fundamental. A criança que é estimulada a trabalhar dois idiomas concomitantes em sua mente, absorvendo suas características de forma natural, baseada em imagens e experiências, desenvolve habilidades até então desconhecidas para ela. Até mesmo os canais de seu idioma nativo se alargam através dessa prática, pois o exercício de se aprender outro idioma naturalmente causa uma reflexão e uma reconsideração sobre a nossa própria língua. Como se precisássemos “arrumar a casa para receber um visitante”, o aprendizado de um segundo idioma acaba sendo inegavelmente motivador no desenvolvimento de várias habilidades, o aluno entende melhor as novas tecnologias e se sente socialmente mais livre, já que a impossibilidade de comunicação causa barreiras que valem a pena serem eliminadas.
Quando os nossos filhos vão para a escola particular, escolhemos para eles as que ensinem Informática e Inglês por achar que, nos dias de hoje, é impossivel achar um lugar ao sol sem possuir essas habilidades, não é verdade? Então o mesmo deve valer para as escolas públicas!
Se tem uma coisa que os meus pais me ensinaram, e fizeram um bom trabalho, diga-se de passagem, é que com crianças não pode haver duas medidas. Elas vêm numa embalagem com a dose exata do "fator fofura", mas crescem. Cabe a nós garantir-lhes um futuro melhor.
Selma Regis
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